30.11.06

errata

Escreve-se  PIZZA PIZZA PIZZA PIZZA

too good to be true ?

Agora devia ser o arroz à banda, mas vou contar os sonhos de requeijão.

Andava eu a ver coisas pelos blogs, procurando uma sobremesa diferente e simples, quando vi no Trem Bom, uma receita de Bolinhos de Ricota, aos quais eu logo chamei Sonhos de requeijão.

São deliciosos, qualquer pessoa dirá que fizemos uns óptimos sonhos. Como  são à base de requeijão, o que é bastante mais dietético que a farinha, não dão trabalho nenhum a fazer e continuam bons nos dias seguintes …

Para os fazer eu usei:

500gr de requeijão
2 ovos
1 colher de sopa com açúcar
vidrado de ½ laranja

1 chávena de café mal cheia de farinha
1 colher de café com bicarbonato

Desfiz o requeijão para uma tigela, juntei os ovos , o açúcar e a raspa de laranja e mexi ligeiramente.
Juntei a farinha e o bicarbonato e mexi mais um pouco.
Então tapei com um pano e deixei perto da janela a descansar ao fresco, enquanto eu descascava as gambitas para outro prato.
Confesso que estava muito desconfiado quanto ao resultado destes sonhos, ao ponto de ter ido ao supermercado comprar um gelado de chocoate como alternativa, mas devo dizer que ainda não abri o gelado.
Para completar a receita, levei ao lume uma panela com bastante óleo, e depois deste ter aquecido, fui deitando colheradas de sopa com a mistura, que de imediato fica a boiar no óleo quente e rapidamente aloura e fica pronto. Então deixei escorrer um pouco sobre papel e passei-os por açúcar e canela . Voilá !

Prometo que esta receita pode revolucionar o vosso Natal , e em vez de irem à pastelaria da esquina comprar uns sonhos borrachosos e cheios de óleo vão surpreender a família com esta receitinha.

Depois vão todos ao Trem Bom agradecer. Por mim agradeço já!

29.11.06

O resto da piza

Depois da massa feita, segue-se o hummus, essa pasta feita à base de grão, que se pode comer com tostas ou com legumes crus, que aqui faz as vezes do molho de tomate, pois é com ela que se barra a base, antes de deitar os restantes ingredientes.

Para fazer o hummus eu cozi o grão, mas o que se vende já cozido serve perfeitamente. Despejei no copo misturador, o equivalente a uma lata e adicionei 2 dentes de alho, o sumo de 1 limão, 1 colher de sopa de tahini ( pasta de sésamo), uma colher de café mal cheia com cominhos moídos e liguei a maquineta que logo atrofiou por falta de líquido. Fui juntando água de cozer o grão, ao todo terei juntado pouco menos de 1 chávena. A ideia é obter uma pasta espessa que no fim se tempera com o sal necessário e um golo de azeite. Com isso barrei as bases de piza que já tinham passado 15 minutos no forno para assar .
O passo seguinte é a carne e esta leva umas passas que se têm de preparar primeiro , e para tal deitei duas mãos cheias ( não há nada melhor do que medidas inexactas ) de passas para dentro duma tigela com água morna, para amolecerem e perderem um pouco de açúcar.
Chegou a vez da carne picada. Eu usei borrego, por ser isso que a receita pedia, mas com carne de vaca ou mesmo com cogumelos também deve ficar bom .
A carne foi tratada da seguinte forma:
Primeiro refoguei lentamente 2 cebolas picadas . Lentamente mesmo , para irem quase caramelizando, então deitei 300 gr de carne de borrego picada e fritei o conjunto até a carne deixar de ser rosada. Temperei com sal , 1 colher de chá com canela ( the middle eastern touch) e uma pitada de cominhos. Misturei e depois de apagar o lume juntei as passas já demolhadas e escorridas .
Enquanto a carne arrefecia, comecei a preparar o resto, que já não é muito. Tostei levemente uma chávena de pinhões , separei e lavei  folhas de salsa e coentros bastantes para cobrir a piza com uma camada verde, e desfiz uma barra de feta que é o elemento final .
A carne vai para cima do hummus , depois seguem-se os pinhões ligeiramente tostados, as folhas verdes e por fim o feta e um golinho de azeite. 5 minutos no forno quente e vai para a mesa.
Não é boa ideia comer esta piza à mão e em pé como fizemos lá em casa , pois caem muitas “recordações” para o chão !!!      

28.11.06

A massa da piza

Depois das tostas, levei para a mesa a primeira bloguice. Uma piza “diferente” que encontrei no Cumin & Coriander, sim, que isto não é só ler os blogs, é preciso escolher pratos e experimentar…

A Stefanie Coutinho chama-lhe Middle Eastern Lamb & Cranberry Pizza, mas eu quando levei a piza para a mesa chamei-lhe apenas Piza Libanesa. E ficou assim o nome.
A primeira coisa a fazer, é a massa de pão para a base da piza. Amassar é uma das minhas tarefas preferidas, agora que tenho uma receita que nunca falha, e é assim que se prepara a massa:
Começo por deitar numa tigela grande, uma chávena com água morna, onde adiciono 1 colher de chá com açúcar  e um pacote de fermento de padeiro, que se vende em caixas com várias saquetas de 10gr cada. Mexo para dissolver e deixo descansar 10 minutos.
Passado esse tempo junto 2 colheres de sopa com azeite e 1 colher igual com sal – claro que o rigor destas medidas é relativo, pois, por exemplo, nunca meço o azeite, deito a olho …
Volto a mexer o (ainda) líquido para dissolver, e depois junto a primeira chávena de farinha. Junto e mexo com uma colher de pau , deito outra chávena com farinha e mexo bem , procurando incorporar toda a farinha e desfazer quaisquer grumos. Nova chávena de farinha e mais mexidelas, que se vão tornando mais difíceis. A quarta chávena que costuma ser a última já não deve dar para mexer com a colher e por isso há que meter a mão na massa. Esta parte é um pouco angustiante pois a massa agarra-se muito e é preciso ir juntando farinha aos poucos para que a massa vá perdendo essa aderência,  progressivamente. Como tal, ou se usa apenas uma mão para amassar, ficando a outra para ir deitando a farinha, ou se pede ajuda a alguém ( eu chamo um dos meus filhos ), pois aquilo cola mesmo. Aos poucos a massa vai ficando mais macia e tomando uma forma própria, ao invés de ser uma massa anárquica que não se desprende das mãos. Á fase aderente segue-se a fase zen, em que a paz sobrevém, e só falta amassar durante uns dez minutos !!! Mas, não é preciso fazer muita força , é trabalho para a base da mão com a qual se empurra a massa , dobra ao meio e volta a empurrar. Depois segue-se uma hora de repouso. A massa , numa tigela com umas pingas de azeite  e um pano por cima, num local abrigado . O padeiro pode descansar onde quiser. A massa vai crescer bastante e fica logo pronta para ser usada. Esta quantidade dá para 4 pizas, mas pode ser congelada, sem qualquer problema, desde que a deixem descongelar bem antes de a usar.
    

As tostas de salmão

As tostas de salmão, são uma das coisas que gosto de encontrar, para petiscar antes da refeição. Por isso preparei algumas. É coisa simples, que requer apenas 200 gr de queijo fresco para barrar, uma embalagem pequena de salmão fumado, uns pingos de limão, uns raminhos de funcho ( ou cebolinho) e um toque de azeite.

Pico o salmão, misturo com o queijo , junto a erva também picada, deito umas gotas de limão , uma colher de sopa com azeite , uma pitada de pimenta preta , misturo, provo e corrijo. Desta vez também lhes juntei umas alcaparras que ficaram bem, mas não são indispensáveis. Noutras alturas entram as chalotas picadas que combinam muito bem com o resto …

Feita a pasta, preparei duas ou três que levei para a Lu (a)provar. Não me lembro  se ela lhes deu atenção pois andava pela casa atarefada a tratar das criancinhas que por lá abundavam … e eu também estava com muito para fazer e voltei à cozinha para barrar 2 caixas de tostas fininhas, com o preparado. Comeram tudo.  

PS: Sobrou um pouco desta mistura, e no dia seguinte, cozi esparguete e deitei uma boa colherada deste queijo com salmão, sobre a massa bem quente … será preciso dizer alguma coisa ?      

27.11.06

Aniversário - introdução

Passei todo o fim de semana a cozinhar, por causa do aniversário da minha filha. Começo por te dizer que sim, fiz um bolo normal, de laranja, farinha , ovos , açúcar e manteiga que não era turco nem nada. Mas foi para ela levar hoje para a escola. No jantar fiz outras coisas. Tostas com paté de salmão e queijo fresco Pizza de hummus e borrego Arroz à banda com gambas fritas Sonhos de requeijão Posto assim nem parece muito, mas na verdade foi muito trabalhoso, embora satisfatório pois correu bem (acho eu ). Tanto a pizza, como os sonhos e o bolo de laranja, saíram dos blogs que leio, que serão aqui devidamente referidos... mas não hoje

Os disparates do Jamie

Dizia ela mal do Jamie Oliver e eu calado, porque até tenho livros dele e vejo os programas , onde por vezes encontro coisas interessantes. Mas ficou por cá a pulga. Hoje a pulguita deu uns saltos. O Jamie não é capaz de pronunciar nada que não seja inglês e assim sendo, espalhou-se ao dizer Queso Manchego e disse “Kuezo Mankieee… whatever, a spanish cheese like pecorino”, voltou a espalhar-se ao tentar ler “Pimientos de Padrón” , por não conseguir dizer Padrón, e também ao dizer que provavelmente a paprika não se usa em Espanha, enquanto a juntava a um grão cozido. Podia ser natural, se ele não fosse um chef e aquilo não fosse um programa de televisão. Não lhe pagam que chegue para fazer um esforço ? Afinal é a sua carreira profissional. Mas o pior foram as legendas, e dessas ele não tem culpa. Traduziram sherry vinegar por vinagre de cereja ( podia ser , mas não é ) e Pimientos de Padrón por pimentos de prado ( não uma, mas duas vezes ). Eu acredito que não lhes paguem o suficiente para fazerem um esforço, mas não quero saber …

22.11.06

Blogs por aí - o Trem Bom

Andava a investigar receitas por causa dos anos da minha filha e encontrei este “Trem bom”, um blog brasileiro cheio de coisas apetitosas e ainda por cima com fotografias .

20.11.06

Diz que é uma espécie de ...

Continuando com a comidinha do dia a dia lá em casa, chegou a vez dum prato tradicional, simples e apesar de dar um pouco de trabalho, qualquer pessoa consegue fazer. O bacalhau à Brás (ou será Braz?) Ontem olhei para o frigorífico e encontrei um resto de bacalhau cozido, já migado e tudo que sobrara das migas de bacalhau que haviam comparecido ao jantar de 4ª feira. Ou aproveitava o peixinho ou ia para o lixo. Decidi fazer o bacalhau à Brás Descasquei duas batatas grandes, 1 cebola grande, 2 dentes de alho e comecei a cortar as batatas bem fininhas para depois fritar no formato habitual deste preparado, ou seja, batata palha. Com as batatas cortadas, lavadas e escorridas, tratei de levar a fritadeira ao lume para aquecer o óleo. Entretanto escolhi uma panela, onde deitei 5 ou 6 colheres de sopa com azeite, (na verdade foi uma golada valente deitada a olho e agora convertida numa espécie de unidade de medida, cujo rigor volumétrico ou gráfico não é o maior) para dentro do azeite piquei o alho e juntei uma folha de louro (sem o veio central). Quando o azeite aqueceu e começou a fritar o alho, deitei a cebola cortada em meias luas e deixei refogar bem. Assim que começou a alourar deitei-lhe uma pitada de sal (cuidado com o tempero por causa do bacalhau que vem aí), juntei o bacalhau e misturei. Em paralelo decorria a fritura das batatas, feita assim. Uma primeira fritadela para as cozer, depois escorreram um pouco e voltaram para o óleo quente para alourarem rapidamente e zás. Batatas prontas e a escorrer. Com uma colher de pau fui desfazendo melhor o bacalhau e misturando bem com a cebola, fazendo uma papinha bem cheirosa que passados 7 ou 8 minutos levou com uma colher de sopa de vinagre para espevitar os sabores. Mexi mais umas vezes e virei-me para os ovos. Bati 3 ovos com uma pitada de sal e preparei-me para os momentos finais. Juntei as batatas, misturei, juntei os ovos, misturei e deixei secar um pouco (isto não anda bom para servir ovos mal cozinhados a ninguém) juntei salsa picada e levei para a mesa com umas azeitoninhas verdes por cima. Fico macio, cheiroso, ligeiramente adocicado mas sentindo-se o sal. Ficou bom e é muito simples de preparar. Para quem anda por longe(Azeitonas na Toscânia ? então não era “Londres a Cinzenta” ? ) , onde não é fácil encontrar bacalhau, sempre digo que se pode fazer uma refeição muito boa, usando frango cozido em vez do ressequido peixe.

17.11.06

1 Os pastéis de vinho - ideias soltas

1.  Os pastéis de vinho são muitos fáceis de fazer. Embora eu estivesse um pouco  desconfiado com a receita, correram bem e sem qualquer problema logo à primeira tentativa

2.  Apesar de ser uma massa muito maleável ( mole mesmo ), é verdade que não se pega às mãos e trabalha-se sem dificuldade alguma

3.  Telefonei à minha mãe a contar tudo . Quando lhe falei no vinho branco, ela comentou: a tua avó também fazia uns pastéis cuja massa levava vinho branco

4.  Confirmo que a massa melhora quando arrefece.

16.11.06

Os pastéis de vinho

Andava eu à procura da receita certa para os pastéis de massa tenra , quando encontrei os pastéis de vinho no Rap‘óTacho Comecei por fazer o recheio. Comprei meio quilo de acém de vaca , que em casa cortei aos pedaços, fritei rapidamente em azeite e alho e guardei. Na mesma panela , refoguei duas cebolas , na companhia de 2 dentes de alho picados e uma folha de louro tratada como habitualmente. Enquanto a cebola refogava , descasquei dois tomates grandes que depois juntei ao refogado , limpos e picados. Deixei que tudo aquilo cozinhasse durante 7 ou 8 minutos e depois juntei a carne , temperei com sal , deitei um copo com água , coloquei a tampae deixei em lume brande durante meia hora . Quando achei que a carne estava cozinhada , apaguei o lume e, com a 1-2-3 , piquei a carne e o resto tudo em conjunto com meia carcaça, que serve para limpar o molho que fica na panela, e contribui, para dar consistência ao picado – manias !!! Deixei o picado a arrefecer e fiz a massa tal como está explicado no Rap‘óTacho . Deitei duas chávenas ( de chá ) com farinha e juntei-lhe 1 chávena ( de café ) com azeite, outra ( a mesma ) com vinho branco e o sal . Tudo como lá vem descrito , recheei e levei ao forno . Correu muito bem e , embora eu estivesse um pouco desconfiado enquanto fazia a massa , não custou nada estender e fazer os pastéis . Muito bem , a merecer entrada para o meu top tem culinário de 2006 . No dia seguinte fiz pastéis de vinho com recheio doce … depois conto. Para já só me resta agradecer à Paula por ter partilhado esta bela receita.

O pulau continua

O pulau de ervilhas , já passou a pulau de cenoura e coentros . Basta , em vez de juntar as ervilhas , juntar cenoura crua ralada e coentros frescos picados . Com croquetes acabadinhos de fritar foi um grande sucesso no jantar de terça-feira.

14.11.06

Coisas simples - Massa com atum

O anterior colcannon pode inaugurar o capítulo das cozinhices simples para a miss spring de London Town . Coisa já prometida há muito e ainda por cumprir, embora na verdade , tudo o que por aqui se cozinha seja simples . No passado sábado tive de improvisar um almoço inesperado e depois de olhar para o frigorífico decidi-me por fazer uma massa com molho de tomate atum e azeitonas pretas . Apesar de ser um prato simples é muito saboroso, e foi agraciado com uma distinção rara, vinda da mais pequena lá de casa : - Ó pai posso repetir ? Primeiro fiz um molho de tomate tal como se faz molho de tomate , isto é , levei ao lume uma panela com azeite , uma folha de louro e dois dentes de alho picados . Assim que o alhito começou a espevitar, juntei-lhe uma cebola muito bem picada , mexi , voltei a mexer , deitei um pouco de sal e de seguida 4 tomates bem maduros ( que ainda os há ) , sem pele , sem sementes e picados . Fui à minha vida durante uns largos minutos , mas sempre atento para que a coisa não se pegasse . Passados 15 minutos deitei na tomatada , um copito de vinho branco e deixei apurar . Quando começou a rarear o líquido juntei uma colher de chá com açúcar e uma boa pitada de óregãos , para animar os sabores . Pouco de pois dei por concluído o molho de tomate , e deixando o lume no mínimo , levei uma panela grande com água e sal ao lume para depois aí cozer a massa , que neste caso foi penne rigate. Para dentro do molho de tomate deitei duas latinhas de atum escorridas e ainda uma chávena de boas azeitonas pretas a que eu tirei o caroço e cortei em 5 ou 6 pedacitos . Este molho misturei-o depois com a massa e levei para a mesa com o queijo ralado para cada um se servir .

Colcannon

Ai a preguiça. Tenho pensado em escrever , tenho feitos coisas novas , tenho conversado com amigos sobre comidas e blogs , mas quanto a chegar até aqui e começara teclar , tem sido difícil . Para retomar o fio à meada, vou contar como fiz uma espécie de colcannon ( puré de batata irlandês ) . Antecedentes: - A minha filha informou-me que gosta de brócolos - A minha filha filha diz que odeia o puré de batata da escola mas gosta daquele que eu faço - Vi o Rick Stein no Food Heroes preparar o Colcannon e fiquei com vontade de experimentar Levei os brócolos e separei-os em floretes pequenos. Depois cozi-os durante 5 minutos em água com um pouco de sal . Assim que escorri a água quente , passei-os por água fria para manterem uma boa cor. Depois de cozidos , pouco mais seriam do que uma chávena bem cheia. Cozi 4 ou 5 batatas ( mais do dobro da quantidade de brócolos ) e passei-as no “potato ricer ” , que é o que uso para fazer os purés de batata . Ao mesmo tempo que cozia as batatas , cortei , lavei e piquei um pouco da parte branca do alho francês ( 10 cms ? ) . Depois levei-o ao lume para saltear num pouco de manteiga. O passo seguinte é misturar o alho francês com o puré , e para isso juntei um pouco de leite morno . Não sei quanto juntei mas foi mais do que 1 colher de sopa e menos do que 1 chávena … depende das batatas . Juntei os brócolos , temperei com sal e noz moscada ( mas não juntei pimenta por causa da minha pequenina ) e deitei uma colher de sopa com manteiguinha da boa , para se ir derretendo por cima até chegar à mesa . Este puré foi fazer (muito ) boa companhia a um lombo de porco assado no forno .

3.11.06

Doce de marmelo

Fiz doce de marmelo, no último fim de semana em Avis , e voltei a fazer já em Lisboa. Das duas vezes fiz a olho e das duas vezes ficou bem .
No Alentejo , fui apanhar os marmelos e por isso nem  sei o peso de fruta que usei , na versão lisboeta , sei que comprei 1,300 de marmelos , o que depois de limpo deve ter dado perto de um kilo. Os pedaços de marmelo foram para a panela na companhia dum pau de canela , uma casca de limão , um copo de água ( seriam dois ? ) e 750 grs de açúcar.
Esteve ao lume a fervilhar até os marmelitos estarem cozidos , depois tirei os aromáticos e passei tudo com a varinha mágica.
Ontem a minha filha levou para a escola pão com este doce e hoje pediu um pão extra para uma amiga dela . É bom sinal .
Vou tentar fazer marmelada ( não se faz como este doce ) um dia destes , mas apenas quando encontrar marmelos na praça , pois estes do supermercado não são nada de especial .

Cozido de grão

São 10 horas e eu acabo de encontrar isto no blog dos Comeres da Tareca. Que fome ! Que coisa tão boa para aquecer a alma …
Fiz um pitéu destes na passada terça feira , mas este surpreendeu-me por causa do marmelo . O meu, com enchidos alentejanos que trouxera de Avis, ficou bonzinho mas não super , por falta de tempo para deixar as carnes de véspera com sal, por falta de legumes melhores …