Ontem , depois de muito andar por Londres, acabei por jantar no sitio que inicialmente procurava , mas onde nao ficara por estar muito cheio.Consta da lista dos "baratos" da Time Out e chama-se Hummus Bros .
Hummus , para quem nao sabe, e' uma pasta oriunda da grecia , feita com grao cozido e tahini , temperada com azeite etc , coisa muito boa que se come com pitas (pao achatado e redondo). Pois bem , neste restaurante , essa e' a base dos pratos , ou seja , recebemos um prato (normal ou pequeno) com hummus e mais qualquer coisa em cima , para alem de uma ou duas pitas , Eu pedi a versao com Fava , ou seja, um pure feito com favas secas. O hummus vem disposto de forma a receber em cima o adicional ( neste caso era FAVA ) e depois , azeite , salsa picada , pimentao e 1 ovo cozido (opcional ) . Em separado recebi uma tigelinha com um tempero extra feito com alho picado, sumo de lima e um pouco de malagueta . Aquela papinha deliciosa come-se com a ajuda da pita ( eu tive de pedir mais uma ). Vou la voltar para provar outra versao , talvez guacamole , ou cogumelos ou mesmo a que leva carne . Tambem ha umas variantes que nao constam da lista e o alguem se encarrega de explicar. O ambiente e' simpatico/descontraido como eu gosto e como nao servem alcool eu bebi um cha de hortela que ligou muito bem . Paguei 7 libras o que e' muito barato e comi algo que gosto muito (hummus) numa versao para mim desconhecida.
O restaurante fica na Wardour Street , 88 , entre a Oxford Street e a Shaftesbury Avenue , mas o site deles explica tudo.
30.3.06
Hummus Bros
Ontem , depois de muito andar por Londres, acabei por jantar no sitio que inicialmente procurava , mas onde nao ficara por estar muito cheio.Consta da lista dos "baratos" da Time Out e chama-se Hummus Bros .
Hummus , para quem nao sabe, e' uma pasta oriunda da grecia , feita com grao cozido e tahini , temperada com azeite etc , coisa muito boa que se come com pitas (pao achatado e redondo). Pois bem , neste restaurante , essa e' a base dos pratos , ou seja , recebemos um prato (normal ou pequeno) com hummus e mais qualquer coisa em cima , para alem de uma ou duas pitas , Eu pedi a versao com Fava , ou seja, um pure feito com favas secas. O hummus vem disposto de forma a receber em cima o adicional ( neste caso era FAVA ) e depois , azeite , salsa picada , pimentao e 1 ovo cozido (opcional ) . Em separado recebi uma tigelinha com um tempero extra feito com alho picado, sumo de lima e um pouco de malagueta . Aquela papinha deliciosa come-se com a ajuda da pita ( eu tive de pedir mais uma ). Vou la voltar para provar outra versao , talvez guacamole , ou cogumelos ou mesmo a que leva carne . Tambem ha umas variantes que nao constam da lista e o alguem se encarrega de explicar. O ambiente e' simpatico/descontraido como eu gosto e como nao servem alcool eu bebi um cha de hortela que ligou muito bem . Paguei 7 libras o que e' muito barato e comi algo que gosto muito (hummus) numa versao para mim desconhecida.
O restaurante fica na Wardour Street , 88 , entre a Oxford Street e a Shaftesbury Avenue , mas o site deles explica tudo.
27.3.06
In London
onde e' que se come decentemente em londres sem gastar todo o nosso dinheiro de 1 vez . Eu vou ao Belgo Centraal , ao Masala Zone , ao Wagamama ... que mais ? Alguem recomenda um chines ?
25.3.06
Risotto de favas
Estou de partida para Londres e por isso não sei se haverá receitas durante a semana que vem . Entretanto , para encerrar o capítulo das favas falta o risotto, e por isso aqui vai .
Depois das duas saladas , resolvi fazer risotto para acabar com as favas . Comecei por pensar em fazer também um lombinho de porco no forno mas quando cheguei a casa e a Lu me disse que não jantava , resolvi deixar o porco para o dia seguinte e fiz apenas o risotto.
Comecei por aquecer azeite (2 colheres de sopa ) com um pouco de manteiga ( 1 colher de sopa ) e dourar uma cebola picada à qual juntei sal e uns estames de açafrão para dar um tom amarelinho , esta parte é opcional. Depois juntei-lhe uma chávena de risotto ( saltei a parte em que se deita o vinho branco , pois não tinha nenhum ) , envolvi bem o arroz naquela mistura de gorduras e cebola e passado um minutos ou dois deitei a primeira chávena de caldo – era um caldo de galinha – que fervilhava no bico de gás do lado .
Ao fim de 20 minutos , cinco chávenas de caldo e sempre a mexer , entraram as favas . Mais voltas da colher de pau , talvez mais um pouco de caldo , só para o risotto não ficar seco e, antes dos 30 minutos se esgotarem, apaguei o lume. Então abri uma embalagem de Boursin de alho e ervas finas e deitei uma colher de sopa bem cheia sobre o risotto . Levei para a mesa e comi enquanto o queijo se derretia e ia misturando com o arroz e as favas .
Com floretes de brócolos ainda deve ficar melhor …
Depois das duas saladas , resolvi fazer risotto para acabar com as favas . Comecei por pensar em fazer também um lombinho de porco no forno mas quando cheguei a casa e a Lu me disse que não jantava , resolvi deixar o porco para o dia seguinte e fiz apenas o risotto.
Comecei por aquecer azeite (2 colheres de sopa ) com um pouco de manteiga ( 1 colher de sopa ) e dourar uma cebola picada à qual juntei sal e uns estames de açafrão para dar um tom amarelinho , esta parte é opcional. Depois juntei-lhe uma chávena de risotto ( saltei a parte em que se deita o vinho branco , pois não tinha nenhum ) , envolvi bem o arroz naquela mistura de gorduras e cebola e passado um minutos ou dois deitei a primeira chávena de caldo – era um caldo de galinha – que fervilhava no bico de gás do lado .
Ao fim de 20 minutos , cinco chávenas de caldo e sempre a mexer , entraram as favas . Mais voltas da colher de pau , talvez mais um pouco de caldo , só para o risotto não ficar seco e, antes dos 30 minutos se esgotarem, apaguei o lume. Então abri uma embalagem de Boursin de alho e ervas finas e deitei uma colher de sopa bem cheia sobre o risotto . Levei para a mesa e comi enquanto o queijo se derretia e ia misturando com o arroz e as favas .
Com floretes de brócolos ainda deve ficar melhor …
24.3.06
?
Quantos , contando comigo , fizeram doce de abóbora nos últimos dias e nunca antes tinham feito?
Eu até já exportei um frasquito para Itália !!!
Eu até já exportei um frasquito para Itália !!!
Favas com chouriço
No dia seguinte fiz outra salada .
Pensei em assar morcela , depois cortá-la às rodelas e juntar às favas , com um fio de azeite e hortelã , mas não encontrei morcelas nenhumas no frigorífico!
Perante tal ausência, recorri a um bom chouriço de carne alentejano que trouxera de Estremoz . Usei 1/3 do chouriço , que cortei às rodelas e estas em quatro . Coloquei uma frigideira ao lume , deitei-lhe 4 ou 5 colheres de sopa de azeite ( na verdade foi uma boa golada , saída directamente da garrafa ) e um dente de alho inteiro . Acendi o lume deixei o alho ganhar cor , tirei-o e juntei o chouriço . Os pedacitos de carne terão andado naquele azeite quente durante 1 minuto e ,antes que ficassem rijos, juntei-os às favas , com o azeite onde tinham estado a reanimar o melhor do seu íntimo.
Pensei em assar morcela , depois cortá-la às rodelas e juntar às favas , com um fio de azeite e hortelã , mas não encontrei morcelas nenhumas no frigorífico!
Perante tal ausência, recorri a um bom chouriço de carne alentejano que trouxera de Estremoz . Usei 1/3 do chouriço , que cortei às rodelas e estas em quatro . Coloquei uma frigideira ao lume , deitei-lhe 4 ou 5 colheres de sopa de azeite ( na verdade foi uma boa golada , saída directamente da garrafa ) e um dente de alho inteiro . Acendi o lume deixei o alho ganhar cor , tirei-o e juntei o chouriço . Os pedacitos de carne terão andado naquele azeite quente durante 1 minuto e ,antes que ficassem rijos, juntei-os às favas , com o azeite onde tinham estado a reanimar o melhor do seu íntimo.
23.3.06
Favas com requeijão
Com as favas fiz 2 saladas e um risotto. A primeira salada, já a tinha feito muitas outras vezes e para ela usei, 2 chávenas de favas que temperei com 1 dente de alho pequeno muito bem picado, 1 colher de sopa com coentros frescos picados , ½ colher de café com cominhos moídos , pimenta preta e azeite . Mexi para misturar os sabores e pouco antes de servir juntei-lhe ½ requeijão partido aos pedaços e um pouco de flor de sal .
Simples e muito bom.
Simples e muito bom.
Congeladas e sem pele
Começo por tecer um louvor às favas congeladas . Quem quer favinhas pequenas e tenras, como eu quero para o que se vai seguir , recorre às favas congeladas, que são muito boas, de formato mini e sem o sabor destroçado pelo frio, ao contrário do que acontece com as ervilhas que raramente convencem.
Assim , a primeira etapa é abrir o pacote das favas e lançá-las para dentro de uma panela com água a ferver onde antes deitei um pouco de açúcar – eu sei que há regras para isto mas eu deito a olho ! Ao fim de 10 minutos apago o lume , escorro a água , passo por água fria e depois tiro-lhes a pela como se fossem tremoços. É um pouco trabalhoso mas recompensa .
E é assim , com uma tigela cheia de favas sem pele que avanço.
Assim , a primeira etapa é abrir o pacote das favas e lançá-las para dentro de uma panela com água a ferver onde antes deitei um pouco de açúcar – eu sei que há regras para isto mas eu deito a olho ! Ao fim de 10 minutos apago o lume , escorro a água , passo por água fria e depois tiro-lhes a pela como se fossem tremoços. É um pouco trabalhoso mas recompensa .
E é assim , com uma tigela cheia de favas sem pele que avanço.
Favas
Nos primeiros anos de vida , as favas foram um suplício e ainda por cima apareciam à mesa em várias versões. Era a sopa de favas , feita com a água de cozer as ditas , com algumas a boiar , migas de pão e folhas de hortelã. Era o puré de favas uma sopa de legumes com as ditas no papel principal . Havia as favas aporcalhadas , que é a versão mais frequente , com enchidos e carne de porco , sempre acompanhadas por salada avinagrada de alface e cebola e a forma mais odiada que então era a sopa de fava rica , também conhecida por sopa de peúgas devido ao seu cheiro característico. Sobre esta última , recordo aquilo que então era normal e hoje soa como uma bizarria . Aos sábados de manhã muito cedo, passava lá na rua uma senhora com uma panela gigante a apregoar a sopa , a minha mãe chamava-a e depois comprava não sei quantas conchas daquele puré de sabor fortíssimo, feito de favas secas , parecido com a sopa de feijão encarnado. Na casa dos meus avós em Torres Novas , ainda apareciam as favas cozidas , temperadas com azeite e vinagre , para acompanhar peixe frito .
Eu acho que o ódio às favas é resolvido com o crescimento, pois lá em casa , à medida que íamos crescendo , passávamos para o grupo dos apreciadores e hoje sou um admirador das ditas , e tenho muita pena que a senhora da fava rica já não ande por aí.
( Mais tarde virão umas receitas com favas )
20.3.06
Fiz doce de abóbora
O doce de abóbora ficou muito bom . Comprei na praça 1,2 Kg de abóbora, pesado depois de descascar . Quando cheguei a casa , pus a abóbora na panela , por cima arrumei meia laranja em rodelas fininhas , despejei um pacote de açúcar (1Kg) e 1 pau de canela.
No dia seguinte havia imenso líquido e então pensei : Tiro as rodelas de laranja ?
Tiro ????
Tirei !
Acendi o lume e deixei estar assim enquanto hesitava na sofá da sala entre dormir e fazer zapping ( ao domingo quase tudo se desculpa ) . Fiquei-me pelo zapping , e de vez em quando levantava-me e ia visitar o doce . Dava umas mexidelas , e pensava : Tapo ou não tapo ?
Fui deixando a tampa meia posta . Muito tempo e muitas mexidelas depois aquilo parecia um doce , a abóbora estava desfeita e tudo tendia a homogeneizar-se . Apaguei o lume e fui descansar mais um bocadinho .
Não cheguei a deitar nozes por causa de preguiça ! Mas à noite , como sobremesa , arranjei um prato com um pouco de requeijão , doce de abóbora e noz por cima . Sim que eu tinha nozes em casa , mas deu-me a preguiça .
Perguntas :
Era para tirar a laranja ou para deixar ? Ooops , não li bem as receitas que aqui deixaram , pois ambas dizem para espremer o sumo , etc
A tampa , fica ou não fica ?
E mais ?
No dia seguinte havia imenso líquido e então pensei : Tiro as rodelas de laranja ?
Tiro ????
Tirei !
Acendi o lume e deixei estar assim enquanto hesitava na sofá da sala entre dormir e fazer zapping ( ao domingo quase tudo se desculpa ) . Fiquei-me pelo zapping , e de vez em quando levantava-me e ia visitar o doce . Dava umas mexidelas , e pensava : Tapo ou não tapo ?
Fui deixando a tampa meia posta . Muito tempo e muitas mexidelas depois aquilo parecia um doce , a abóbora estava desfeita e tudo tendia a homogeneizar-se . Apaguei o lume e fui descansar mais um bocadinho .
Não cheguei a deitar nozes por causa de preguiça ! Mas à noite , como sobremesa , arranjei um prato com um pouco de requeijão , doce de abóbora e noz por cima . Sim que eu tinha nozes em casa , mas deu-me a preguiça .
Perguntas :
Era para tirar a laranja ou para deixar ? Ooops , não li bem as receitas que aqui deixaram , pois ambas dizem para espremer o sumo , etc
A tampa , fica ou não fica ?
E mais ?
18.3.06
Caril e chapaties para o meu menino ...
Ontem , o meu menino pediu caril para o jantar . Por ele , qualquer caril servia , o que não podia faltar era os chapaties .
Como não tinha muito tempo recorri a uma mistura de especiarias de compra , e escolhi uma que se destinava a fazer um caril de gambas, embora eu fosse usar frango !!!
Assim , comecei por cozer o frango ( pouco cozido ) , e usei a carne do peito , cortada em pedaços pequenos , enfim … uma espécie de gambas de capoeira ?!?!?!?!
A receita começava por dizer para picar 4 dentes de alho e fritá-los um pouco em manteiga ( eu juntei um fio de azeite para não queimar a manteiga ) , depois , ao compadre alho , juntava-se a comadre cebola (sorry, internal joke ) , 2 cebolas picadas , tendo calhado usar das roxas, que deram um colorido engraçado ao prato . Dei umas voltas com a colher de pau e juntei o pacotinho da mistura de especiarias , que de acordo com a embalagem continha sementes de coentro , cardamomo , gengibre , chili , garam masala , sal e açúcar. Para dar um toque amarelado juntei uma colher de café com curcuma ( açafrão da índia ) e deixei tudo fritar durante 1 minuto.
Nessa altura a receita do pacote dizia para bater um iogurte com um pouco de água , e foi o que eu fiz , e de seguida juntei ao iogurte um pouco do refogado , voltei a mexer e devagar fui juntando iogurte aguado com a cebola a carilada que estava na panela . É preciso mexer bem para evitar que se formem grumos por cozimento súbito do iogurte .
De seguida a receita dizia para picar uma maçã , e deitar para a panela , junto com 1 colher de sopa de sultanas, que estiveram de molho em água morna , para humedecerem e perderem um pouco de açúcar. Foi nesta altura que me lembrei de uma amiga minha que dias antes verberava contra a utilização de fruta no caril . Sorrindo continuei .Depois de envolver bem as frutas no molho que se formava na panela tapei e deixei cozinhar durante 5 minutos . Entretanto parti o frango aos pedaços que pouco depois foram para dentro do caril , juntamente com ½ copo de água pois achei aquilo um pouco seco . Mais 5 minutos a fervilhar e apaguei o lume pois tinha mais coisas para fazer , ou seja , tinha de tender e grelhar os chapaties
A massa dos chapaties foi feita com 1 chávena de farinha de trigo para chapaties ( mas pode ser feita com 2/3 de farinha normal e 1/3 de farinha integral , ou mesmo apenas com farinha normal ) , na qual deitei 1 colher de café com sal e outra com açúcar , seguidas por 2 colheres de sopa com óleo vegetal . Misturo até ficar uma espécie de pão ralado , então vou deitando golinhos de agua morna até conseguir fazer uma bola . Ás vezes entusiasmo-me com a agua e depois junto mais farinha , pois isto podia ser uma ciência mas não é . Ainda vou na fase da tentativa e erro . Feita a bola , é preciso deixar a pobrezinha descançar durante 30 minutos , num recipiente que deve ser tapado com um pano húmido , normalmente um pano da loiça , borrifado com uns salpicos de água
Passada a meia hora dividi a bola grande em 8 bolas pequenas ( tipo matraquilhos , if you know what I mean ) e com o rolo da massa fiz rodelas finas que vão ao lume numa frigideira untada muito ligeiramente com óleo – um guardanapo de papel com umas pingas de óleo, esfregado na frigideira é o bastante . Fritam-se 1 minuto de cada lado , até começarem a aparecer bolhas castanhas . Depois de todas fritas colocam-se com cuidado directamente sobre a chama , na esperança vã de as ver inchar … normalmente as minhas não incham , mas as autênticas incham sempre .
Para acabar o caril , voltei a acender o lume para levantar fervura , juntei uma mão cheia de caju (não frito , não salgado … ) que eu torrara ligeiramente , pouco depois apaguei o lume , espremi 1 limão e deitei por cima umas folhas de coentros .
Comemos , o pão , o arroz , o caril e ainda uns bocadinhos de achar de lima ( da Patak’s) que está no meu top actual .
Nota: Para quem não sabe , o achar é uma espécie de conserva que se faz na Índia. O achar de manga é vulgarmente colocado na mesa quando vamos a um restaurante indiano , juntamente com aquele molho branco com sabor a pasta dos dentes ( iogurte e hortelã ) e uma papa avermelhada e picante com origem duvidosa …
A Patak’s é uma marca muito recomendável e fácil de encontrar , de vários produtos alimentares de origem indiana .
Como não tinha muito tempo recorri a uma mistura de especiarias de compra , e escolhi uma que se destinava a fazer um caril de gambas, embora eu fosse usar frango !!!
Assim , comecei por cozer o frango ( pouco cozido ) , e usei a carne do peito , cortada em pedaços pequenos , enfim … uma espécie de gambas de capoeira ?!?!?!?!
A receita começava por dizer para picar 4 dentes de alho e fritá-los um pouco em manteiga ( eu juntei um fio de azeite para não queimar a manteiga ) , depois , ao compadre alho , juntava-se a comadre cebola (sorry, internal joke ) , 2 cebolas picadas , tendo calhado usar das roxas, que deram um colorido engraçado ao prato . Dei umas voltas com a colher de pau e juntei o pacotinho da mistura de especiarias , que de acordo com a embalagem continha sementes de coentro , cardamomo , gengibre , chili , garam masala , sal e açúcar. Para dar um toque amarelado juntei uma colher de café com curcuma ( açafrão da índia ) e deixei tudo fritar durante 1 minuto.
Nessa altura a receita do pacote dizia para bater um iogurte com um pouco de água , e foi o que eu fiz , e de seguida juntei ao iogurte um pouco do refogado , voltei a mexer e devagar fui juntando iogurte aguado com a cebola a carilada que estava na panela . É preciso mexer bem para evitar que se formem grumos por cozimento súbito do iogurte .
De seguida a receita dizia para picar uma maçã , e deitar para a panela , junto com 1 colher de sopa de sultanas, que estiveram de molho em água morna , para humedecerem e perderem um pouco de açúcar. Foi nesta altura que me lembrei de uma amiga minha que dias antes verberava contra a utilização de fruta no caril . Sorrindo continuei .Depois de envolver bem as frutas no molho que se formava na panela tapei e deixei cozinhar durante 5 minutos . Entretanto parti o frango aos pedaços que pouco depois foram para dentro do caril , juntamente com ½ copo de água pois achei aquilo um pouco seco . Mais 5 minutos a fervilhar e apaguei o lume pois tinha mais coisas para fazer , ou seja , tinha de tender e grelhar os chapaties
A massa dos chapaties foi feita com 1 chávena de farinha de trigo para chapaties ( mas pode ser feita com 2/3 de farinha normal e 1/3 de farinha integral , ou mesmo apenas com farinha normal ) , na qual deitei 1 colher de café com sal e outra com açúcar , seguidas por 2 colheres de sopa com óleo vegetal . Misturo até ficar uma espécie de pão ralado , então vou deitando golinhos de agua morna até conseguir fazer uma bola . Ás vezes entusiasmo-me com a agua e depois junto mais farinha , pois isto podia ser uma ciência mas não é . Ainda vou na fase da tentativa e erro . Feita a bola , é preciso deixar a pobrezinha descançar durante 30 minutos , num recipiente que deve ser tapado com um pano húmido , normalmente um pano da loiça , borrifado com uns salpicos de água
Passada a meia hora dividi a bola grande em 8 bolas pequenas ( tipo matraquilhos , if you know what I mean ) e com o rolo da massa fiz rodelas finas que vão ao lume numa frigideira untada muito ligeiramente com óleo – um guardanapo de papel com umas pingas de óleo, esfregado na frigideira é o bastante . Fritam-se 1 minuto de cada lado , até começarem a aparecer bolhas castanhas . Depois de todas fritas colocam-se com cuidado directamente sobre a chama , na esperança vã de as ver inchar … normalmente as minhas não incham , mas as autênticas incham sempre .
Para acabar o caril , voltei a acender o lume para levantar fervura , juntei uma mão cheia de caju (não frito , não salgado … ) que eu torrara ligeiramente , pouco depois apaguei o lume , espremi 1 limão e deitei por cima umas folhas de coentros .
Comemos , o pão , o arroz , o caril e ainda uns bocadinhos de achar de lima ( da Patak’s) que está no meu top actual .
Nota: Para quem não sabe , o achar é uma espécie de conserva que se faz na Índia. O achar de manga é vulgarmente colocado na mesa quando vamos a um restaurante indiano , juntamente com aquele molho branco com sabor a pasta dos dentes ( iogurte e hortelã ) e uma papa avermelhada e picante com origem duvidosa …
A Patak’s é uma marca muito recomendável e fácil de encontrar , de vários produtos alimentares de origem indiana .
14.3.06
Mesa para dois
Um dos bons programas de culinária que se podem ver na televisão é o Mesa pra dois , dos chefs Alex Atala e Flávia Quaresma . Sempre interessante , sempre bem feito , sempre imperdível . O próximo é amanhã :
15 de Março de 2006 Início: 19h00 - Canal Gnt - Programa 'Mesa Para Dois'
…. (copiado dos comentários )
-É "um dos..."? Que outros recomendas? ( perguntou a Patrícia )
-O grande José Andrés todos os dias na TVE . O problema é o horário das 17:30 . A alternativa é consultar as receitas no site dele http://www.joseandres.com (foi a minha resposta )
15 de Março de 2006 Início: 19h00 - Canal Gnt - Programa 'Mesa Para Dois'
…. (copiado dos comentários )
-É "um dos..."? Que outros recomendas? ( perguntou a Patrícia )
-O grande José Andrés todos os dias na TVE . O problema é o horário das 17:30 . A alternativa é consultar as receitas no site dele http://www.joseandres.com (foi a minha resposta )
13.3.06
Caldo de galinha do Nuno
Depois de fazermos 3 litros de caldo de frango (para mim com cebola, cenoura, alho francês, aipo, alho, muito pouco sal, 12 grãos de pimenta, tomilho, salsa e louro), e se o quisermos transformar em algo verdadeiramente fantástico, procedemos assim:2 kg de asas de frango golpeadas, são colocadas no forno a 210º durante 15 minutos.Retira-se do forno e coloca-se ao lume cobrindo com o caldo (0,5 litro).Reduz-se a seco e cobre-se com mais 0,5 litro de caldo. Reduz-se novamente a seco e cobre-se com 2 litros. Reduzir a metade, filtrar e utilizar...
10.3.06
Caldo de galinha
A Batukada perguntou como se faz o caldo de galinha . Eu faço com 1 galinha ou 1 frango de campo desossado , os miúdos respectivos , 1 cebola inteira e descascada ( claro ! ) 2 cenouras também sem a pele , 1 alho francês , 1 tomate lavado e cortado ao meio , 1 folha de louro , 4 ou 5 hastes de salsa , sal e 1 litro de água . Convém juntar também uma haste de aipo , mas normalmente não a tenho em casa quando faço o caldo por isso fica aqui como opcional embora seja considerado obrigatório pelos cozinheiros a sério , como o meu irmão , que me ensinou a mnemónica CCAA para o caldo ( cenoura , cebola , aipo e alho francês )
Ferve durante 1 hora , vai-se retirando a espuma que se formar à superfície , depois côa-se e está pronto a usar . Para o risotto é preciso manter o caldo a fervilhar, enquanto se vai juntando ao arroz .
Ferve durante 1 hora , vai-se retirando a espuma que se formar à superfície , depois côa-se e está pronto a usar . Para o risotto é preciso manter o caldo a fervilhar, enquanto se vai juntando ao arroz .
9.3.06
Ena tanto doce !
Conta a Isabel Prata:
A minha receita é : 1 Kg de abóbora limpa partida aos pedacinhos + 1 kg de Açúcar + 2 laranjas às rodelas, tudo a macerar de um dia para o outro. Escorre-se a calda formada para uma panela, espremem-se para lá as rodelas de laranja (e deitam-se fora os restos das laranjas). Vai ao lume a formar uma calda fraca + 1 pau de canela. Deita-se lá para dentro a abóbora e fica ao lume até ter a consistência adequada. No fim pode fazer-se muitas coisas, passar com a varinha mágica (eu adoro assim), juntar nozes ou whatever.Deitar ainda fervente em frascos esterilizados e rolhar.È muito bom com requeijão de ovelha (se o requeijão for bom!!!).
Conta a ana g
o doce que faço é uma mistura do doce da mãe do joão com o da isabel:Ponho ao lume 1 kg de abóbora pesado sem casca com 850 grs. de açúcar, 2 paus de canela, sumo de uma laranja grande e a raspa da mesma. Após ~ 30a 40 min de estar a ferver sem tampa, tiro os paus de canela , passo pela varinha mágica e junto as nozes com o doce ainda quente.ana g.
A minha receita é : 1 Kg de abóbora limpa partida aos pedacinhos + 1 kg de Açúcar + 2 laranjas às rodelas, tudo a macerar de um dia para o outro. Escorre-se a calda formada para uma panela, espremem-se para lá as rodelas de laranja (e deitam-se fora os restos das laranjas). Vai ao lume a formar uma calda fraca + 1 pau de canela. Deita-se lá para dentro a abóbora e fica ao lume até ter a consistência adequada. No fim pode fazer-se muitas coisas, passar com a varinha mágica (eu adoro assim), juntar nozes ou whatever.Deitar ainda fervente em frascos esterilizados e rolhar.È muito bom com requeijão de ovelha (se o requeijão for bom!!!).
Conta a ana g
o doce que faço é uma mistura do doce da mãe do joão com o da isabel:Ponho ao lume 1 kg de abóbora pesado sem casca com 850 grs. de açúcar, 2 paus de canela, sumo de uma laranja grande e a raspa da mesma. Após ~ 30a 40 min de estar a ferver sem tampa, tiro os paus de canela , passo pela varinha mágica e junto as nozes com o doce ainda quente.ana g.
Doce de abóbora
Eu- Olá mãe , está tudo bem ? Ontem telefonei-te para te dizer que ....
....
Eu- Já agora , diz-me lá como é que fazes o doce de abóbora ?
Mãe – Peso a abóbora , limpa ...
Eu – Já cozida e escorrida ?
Mãe – Não , a abóbora crua e limpa . Se for para guardar ponho o mesmo peso de açúcar , se for para comer logo ponho 700 gr de açúcar para 1 Kg de abóbora . A abóbora crua , com o açúcar e um pau de canela , ficam a macerar durante uma hora . Depois vai tudo para a panela e coze até fazer estrada . Então está pronto .
....
Eu- Já agora , diz-me lá como é que fazes o doce de abóbora ?
Mãe – Peso a abóbora , limpa ...
Eu – Já cozida e escorrida ?
Mãe – Não , a abóbora crua e limpa . Se for para guardar ponho o mesmo peso de açúcar , se for para comer logo ponho 700 gr de açúcar para 1 Kg de abóbora . A abóbora crua , com o açúcar e um pau de canela , ficam a macerar durante uma hora . Depois vai tudo para a panela e coze até fazer estrada . Então está pronto .
8.3.06
Doce de abóbora
Pediram-me “uma boa receita de doce de abóbora” . Eu não tenho mas vou perguntar à minha mãe. Antes disso sempre posso dizer que a “Ana G” , amiga e leitora deste blogador , faz um excelente doce de abóbora e digo ainda que esse doce quando inclui nozes é mítico , e se vier com uma fatia de Serra ou Serpa , é quase criminoso .
Mais pimentos
Eu estava a escrever um comentário ao comentário da Vg , mas como já ia longo decidi passar para aqui .
Escreveu ela :
Nunca fui ao "Tentação de Goa", mas adivinho nele qualquer coisa de inevitável em termos de gastronomia exótica. Quanto aos pimentos recheados, mais o molho que os rega, confesso que a orgia de condimentos, ervas e sucos deve ter um não sei quê de afrodisíaco. Será? Só provando. Quanto mais não seja, some-se o sabor da carne, ficam os anestésicos sabores orientais e o intestino que se aguente.....lolololEstou na brincadeira, ok?!Os únicos pimentos recheados que alguma vez comi foram os de uma croata, russa de nascença, que trabalhava a dias na casa da minha sogra. O recheio dos ditos era feito com carne picada e arroz, tudo misturado e refogado sem grandes temperos. Por cima umas simples natas e forno com eles. Eu gostei...mas, verdade seja dita, estava com uma fome danada. Quanto a estes, seria criminoso não experimentar...mesmo que seja só eu a comê-los
Os pimentos recheados com carne , sejam eles com ou sem arroz , com ou sem misturas de especiarias exóticas a cumprirem o seu duplo papel de multiplicar sabores e conservar a carne , encontram-se por todo o lado , em especial na Europa mais influenciada pelos gregos , que têm esse bom costume de rechear legumes e levá-los depois ao forno, para glória dos legumes e prazer imenso de quem os come. Nestes casos é costume encontrar esses legumes complementados por fatias de queijo e molho de tomate , embora segundo a Vg também possam ser acompanhados por um molho à base de natas . Acho que vi uma receita semelhante, mas era mexicana, aliás não se deve falar em pimentos sem referir o México, país em que os Chiles são quase idolatrados.
Mas os do Tentação de Goa são especiais , e o molho deixa-me sempre a remoer , procurando dissecar os sabores, usando para isso vários truques , como por exemplo, depois de engolir , faço sair ar pelo nariz, porque existem aromas que só assim eu detecto , ou fazendo a comida passar por todos os recantos da língua, que tem papilas especializadas em diferentes sabores , por exemplo , os sabores acidulados actuam especialmente nas papilas situadas nas zonas laterais da língua … tudo em vão quanto ao propósito de decifrar aquela mistura. Consigo dizer que o molho tem coentros frescos de certeza , parece ter pimento, talvez tenha um pouco de coco ou talvez não … ainda por cima , como nem sempre há , a emoção de ser recebido pelo Jesus a dizer : Hoje há pimentos ! tira um pouco do discernimento , mas fica o prazer intacto !
Escreveu ela :
Nunca fui ao "Tentação de Goa", mas adivinho nele qualquer coisa de inevitável em termos de gastronomia exótica. Quanto aos pimentos recheados, mais o molho que os rega, confesso que a orgia de condimentos, ervas e sucos deve ter um não sei quê de afrodisíaco. Será? Só provando. Quanto mais não seja, some-se o sabor da carne, ficam os anestésicos sabores orientais e o intestino que se aguente.....lolololEstou na brincadeira, ok?!Os únicos pimentos recheados que alguma vez comi foram os de uma croata, russa de nascença, que trabalhava a dias na casa da minha sogra. O recheio dos ditos era feito com carne picada e arroz, tudo misturado e refogado sem grandes temperos. Por cima umas simples natas e forno com eles. Eu gostei...mas, verdade seja dita, estava com uma fome danada. Quanto a estes, seria criminoso não experimentar...mesmo que seja só eu a comê-los
Os pimentos recheados com carne , sejam eles com ou sem arroz , com ou sem misturas de especiarias exóticas a cumprirem o seu duplo papel de multiplicar sabores e conservar a carne , encontram-se por todo o lado , em especial na Europa mais influenciada pelos gregos , que têm esse bom costume de rechear legumes e levá-los depois ao forno, para glória dos legumes e prazer imenso de quem os come. Nestes casos é costume encontrar esses legumes complementados por fatias de queijo e molho de tomate , embora segundo a Vg também possam ser acompanhados por um molho à base de natas . Acho que vi uma receita semelhante, mas era mexicana, aliás não se deve falar em pimentos sem referir o México, país em que os Chiles são quase idolatrados.
Mas os do Tentação de Goa são especiais , e o molho deixa-me sempre a remoer , procurando dissecar os sabores, usando para isso vários truques , como por exemplo, depois de engolir , faço sair ar pelo nariz, porque existem aromas que só assim eu detecto , ou fazendo a comida passar por todos os recantos da língua, que tem papilas especializadas em diferentes sabores , por exemplo , os sabores acidulados actuam especialmente nas papilas situadas nas zonas laterais da língua … tudo em vão quanto ao propósito de decifrar aquela mistura. Consigo dizer que o molho tem coentros frescos de certeza , parece ter pimento, talvez tenha um pouco de coco ou talvez não … ainda por cima , como nem sempre há , a emoção de ser recebido pelo Jesus a dizer : Hoje há pimentos ! tira um pouco do discernimento , mas fica o prazer intacto !
6.3.06
Jantar de sábado.
No sábado fui fazer o risotto de lima a casa de uns amigos . Desta vez usei o sumo de 1 lima e sumo de ½ laranja . Quantos a cascas , ralei a casca de meia lima .
Para dar cor ao prato , repeti os camarões fritos , com o alho e malagueta ( sem sementes) desfeitos no almofariz , que ficam muito bem .
É a minha vez de devolver a pergunta que a Filipa aqui tinha colocado:
- e que tal ficou?
Para dar cor ao prato , repeti os camarões fritos , com o alho e malagueta ( sem sementes) desfeitos no almofariz , que ficam muito bem .
É a minha vez de devolver a pergunta que a Filipa aqui tinha colocado:
- e que tal ficou?
3.3.06
Polvo com tomate e natas
Cortei o polvo cozido às rodelas . Piquei uma cebola . Pus azeite numa panela , juntei um dente de alho picado, louro , 3 cravinhos e meio pau de canela . Quando o alho começou a fritar juntei a cebola e refoguei bem , mexendo, durante 15 minutos . Juntei sal , uma colher de chá com pimenta da Jamaica , uma colher de café com pimenta de caiena , uma colher de café com açúcar e um pacote pequeno de polpa de tomate – eu estava com pressa e por isso não fiz uma tomatada decente , pois é disso que se trata aqui . Deixei aquela papa fervilhar durante 10 minutos e depois juntei o polvo e deitei um copo de água e tirei a canela . Mexi e deixei assim mais 10 minutos . Então deitei um pacote pequeno de natas e o sumo de meio limão . Mexi e quando retomou a fervura coloquei o lume no mínimo durante 5 minutos mais ou menos. Apaguei o lume , juntei um pouco de salsa picada e servi com arroz branco , solto . O polvo macio , com aquele molho fica uma delícia .
E não pus orégãos !!!
E não pus orégãos !!!
Cozer o polvo
Numa conversa com uma amiga minha , ouvi-a queixar-se de ter comido arroz de polvo com o dito apresentando-se “tipo borracha” . Recordei nessa altura a gentil consistência de outros octópodes comidos em tascas , cervejarias e restaurantes mais ou menos regionais . Por exemplo , assado na brasa no memorável Bagoeira em Barcelos , ou o polvo à galega que se come em quase toda a Espanha mas principalmente na nazón de Breogán, ou ainda o polvo entomatado do Ideal nas Cabanas de Tavira . Cada qual terá o seu truque , mas sempre recordarei o que me disseram na Bagoeira . Primeiro congela-se o polvo e só depois se coze .
Resolvi consultar a documentação , nesta caso foi Un paseo gastronómico por España que na página 228, recomenda que se façam três imersões rápidas do polvo congelado numa panela com água a ferver. Depois, deita-se fora essa água e volta-se a encher a panela , agora juntando sal , uma cebola e uma folha de louro . Quando levantar fervura deita-se o polvo e coze com lume baixo durante 1 hora ( será mais se o bicho tiver mais de 2 kgs) . Fica cozido e fica tenro , fácil de cortar e comer .
Resolvi consultar a documentação , nesta caso foi Un paseo gastronómico por España que na página 228, recomenda que se façam três imersões rápidas do polvo congelado numa panela com água a ferver. Depois, deita-se fora essa água e volta-se a encher a panela , agora juntando sal , uma cebola e uma folha de louro . Quando levantar fervura deita-se o polvo e coze com lume baixo durante 1 hora ( será mais se o bicho tiver mais de 2 kgs) . Fica cozido e fica tenro , fácil de cortar e comer .
2.3.06
O molho dos pimentos .
Enquanto os pimentos assavam no meio do forno , a 180º , comecei a atamancar um molho , certo de que não iria sair como eu queria , isto é , igual ao do Tentação de Goa , pois este quase de certeza que inclui pimento . mas não percebi ainda como é feito e assim decidi fazer um molho de coco e coentros frescos .
Coloquei uma frigideira ao lume e deitei 3 colheres de sopa com óleo , uma colher de café com sementes de cominhos e meio pau de canela . Deixei as sementes começarem a fritar e juntei uma cebola picada . Quando a cebola começou a ganhar uma corzinha , juntei 1 colhe de chá com garam massala , a mesma quantidade de pimenta de caiena , e deixei fritar durante 2 minutos ( ou 3 ) e juntei meia chávena com água , e 1 colher de chá com tamarindo . Mexi para desfazer o extracto de tamarindo e deixei levantar fervura , apaguei o lume e tirei a canela .
Na misturadora deitei uma chávena de coco ralado , uma chávena de coentros frescos e juntei o conteúdo da frigideira . Bzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz , bzzzzzzzzzzzzzzzzz e mais bzzzzzzzzzzzzzzz durante uns minutos largos , até tudo aquilo ficar uma pasta homogénea . Depois é deitar essa mistura para um passador , carregando com uma colher de pau ou outra coisa qualquer , para escorrer o máximo de líquido possível . Eis o molho . Então o que eu fiz foi tirar o prato dos pimentos do forno , deitar o molho por cima e levar ao forno mais 15 minutos . Como os pimentos estavam a escurecer , reguei-os com o molho, a meio desse tempo. Servidos com arroz basmati , souberam-me muito bem mas não me fizeram esquecer os outros .
Coloquei uma frigideira ao lume e deitei 3 colheres de sopa com óleo , uma colher de café com sementes de cominhos e meio pau de canela . Deixei as sementes começarem a fritar e juntei uma cebola picada . Quando a cebola começou a ganhar uma corzinha , juntei 1 colhe de chá com garam massala , a mesma quantidade de pimenta de caiena , e deixei fritar durante 2 minutos ( ou 3 ) e juntei meia chávena com água , e 1 colher de chá com tamarindo . Mexi para desfazer o extracto de tamarindo e deixei levantar fervura , apaguei o lume e tirei a canela .
Na misturadora deitei uma chávena de coco ralado , uma chávena de coentros frescos e juntei o conteúdo da frigideira . Bzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz , bzzzzzzzzzzzzzzzzz e mais bzzzzzzzzzzzzzzz durante uns minutos largos , até tudo aquilo ficar uma pasta homogénea . Depois é deitar essa mistura para um passador , carregando com uma colher de pau ou outra coisa qualquer , para escorrer o máximo de líquido possível . Eis o molho . Então o que eu fiz foi tirar o prato dos pimentos do forno , deitar o molho por cima e levar ao forno mais 15 minutos . Como os pimentos estavam a escurecer , reguei-os com o molho, a meio desse tempo. Servidos com arroz basmati , souberam-me muito bem mas não me fizeram esquecer os outros .
1.3.06
A preparar os pimentos recheados
Já fiz o recheio para os pimentos .Primeiro fritei a carne picada , num pouco de óleo , temperei com sal e guardei . Depois foi a vez da cebola picada , alho picado e gengibre picado , tudo aos saltos em óleo quente – quando os sabores são indianizantes eu não uso azeite .
Juntei a carne ao refogado e temperei com 1 colher de chá com cominhos moídos , o mesmo com coentros moídos e meia colher com curcuma .Remexi para envolver bem e deixei cozinhar durante 10 minutos em lume brando. De seguida juntei 1 colher de sopa com vinagre , subi o lume dei umas mexidelas para ajudar a evaporar o vinagre . Então provei .
Mmmmmm …. Não ! Falta qualquer coisa !
Tamarindo , foi o que me ocorreu . Deitei uma colher de café com extracto de tamarindo em meio copo de água quente e mexi até dissolver . Juntei o líquido à carne que estava na frigideira e voltei a provar . Não sei se era isso que faltava mas fiquei mais contente . Então deitei coentros frescos picados ( uma colher de sopa ) e guardei . Hoje quando chegar a casa é só tirar uma tampa aos pimentos , limpá-los por dentro , rechear e levar ao forno durante 30 minutos , que serão usados para tentar fazer um molho para aquilo …
Juntei a carne ao refogado e temperei com 1 colher de chá com cominhos moídos , o mesmo com coentros moídos e meia colher com curcuma .Remexi para envolver bem e deixei cozinhar durante 10 minutos em lume brando. De seguida juntei 1 colher de sopa com vinagre , subi o lume dei umas mexidelas para ajudar a evaporar o vinagre . Então provei .
Mmmmmm …. Não ! Falta qualquer coisa !
Tamarindo , foi o que me ocorreu . Deitei uma colher de café com extracto de tamarindo em meio copo de água quente e mexi até dissolver . Juntei o líquido à carne que estava na frigideira e voltei a provar . Não sei se era isso que faltava mas fiquei mais contente . Então deitei coentros frescos picados ( uma colher de sopa ) e guardei . Hoje quando chegar a casa é só tirar uma tampa aos pimentos , limpá-los por dentro , rechear e levar ao forno durante 30 minutos , que serão usados para tentar fazer um molho para aquilo …
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